One Comment

  1. Joao Monteiro
    5 de outubro de 2017 @ 07:54

    Muito bom! Lidar com sustos de encontros assim, descarregam adrenalina, ou nos chamam as lágrimas e deles queremos escapar. Mas, como é bom tê-los, situá-los no devir, entendê-los como algo que se mostra fixo, e que se vê lavado, pelo nosso olhar, e assim, levados por lágrimas que, por acaso, nos fizeram deitar. Vai doutor, se curar no amanhã… percebe: somos o outro!

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