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  1. 60% dos professores sofrem com ansiedade e estresse – SINTRAMEM
    30/10/2019 @ 11:02

    […] Fonte: observatorio3setor.org.br/ […]

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  2. Avatar MARCOS DPAULA
    30/10/2019 @ 13:15

    Parabéns pela postagem! Uma realidade a ser mudada. Quando se trata de manutenção do equilíbrio emocional, somos influenciados por mecanismos corporais destinados à sobrevivência em períodos de estresse, explicam pesquisas. Isso significa que nosso cérebro, como faziam nossos ancestrais, estimula o corpo a manter o produção de estressores, mesmo que em excesso, para que o corpo tenha reserva de energia caso haja necessidade de reação. Isto porque o cérebro ainda interpreta intervalos entre efeito resposta nos períodos de exposições estressantes. Assim, ocorre um desequilíbrio metabólico.

    Mas, e então, como domar o cérebro em favor da sua atividade profissional e aumentar a performasse cerebral e emocional?

    Reeduque, treine o seu cérebro com Neurofeedback…

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  3. Avatar Crispina Elaine Lopes de Vargas
    14/11/2019 @ 15:27

    Muito esclarecedora esta reportagem sobre uma verdade muitas vezes oculta da população. Realmente a situação dos professores no Brasil está abaixo da crítica. Muito desmotivadora a nossa função na realidade atual. Além de enfrentarmos as medidas desastrosas de cada governo que assume o estado, retirando-nos os direitos já adquiridos, sem qualquer perspectiva de reajustes salariais, além de atrasos , parcelamentos. O futuro se nos apresenta desmotivador.
    Somam-se ainda as dificuldades que enfrentamos no dia-a-dia em sala de aula. O adolescente da realidade atual enfrenta-nos com a arrogância, com o desrespeito que nem muitos adultos são capazes de usar. Em sala de aula, impera os seus próprios desejos, a qual tornou-se um espaço para as suas diversões, conversas alheias ao conteúdos e atividades propostos pelo professor. Que ficam ignoradas, incompletas, enfim o caos.
    E quando o professor reage, a resposta é truculenta. O aluno não reconhece seu erro e vai para cima do professor e com o apoio da maioria de seus colegas, inclusive daqueles alunos que apresentam boas atitudes e interesse.
    Sofremos a pressão do governo em suas medidas autoritárias de desvalorização pelo sistema. Sofremos a pressão diária na nossa sala de aula.
    Conversando no Dia “D” com colegas de diversas escolas, tanto da esfera estadual como municipal, ouvi relatos assustadores de fatos ocorridos em diversas escolas, em que o professor, assim como os alunos, podem até estarem correndo risco em sua segurança. São fatos pontuais, mas que nos deixam ainda mais inseguros no exercício de nossas função.
    Deveríamos receber a gratificação própria relativo a esse seguro. Pois, mesmo muitas vezes, não sofremos o risco físico, somos frequentemente agredidos moral ou psicologicamente diante de certas agressividades que enfrentamos. Essas agressões, essas ameaças abalam a estrutura do profissional e isso repercute em sua saúde física, tornando-nos vulneráveis a tensões, estresse e depressões pela continuidade de tais experiências em nossa vida profissional. Em que todos perdem. Todos merecem um professor saudável, que possa oferecer uma educação de maior qualidade, num ambiente seguro.

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