13 Comments

  1. Ester Xavier
    7 de fevereiro de 2019 @ 12:06

    Alarmante. Profunda tristeza nestas constatações!

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  2. Elza Castro
    7 de fevereiro de 2019 @ 18:40

    É necessário monitoramento de ONGs no Brasil sim porque há muita fraude. Há ONGs que captam recursos mostram seu trabalho só para angariar ,depois deixam de dar continuidade ao trabalho com critérios. Infelizmente.

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  3. Ely Regina Guedex
    7 de fevereiro de 2019 @ 20:05

    Como é triste saber que nossas crianças não são respeitadas e têm sua infância ceifadas pelo medo daqueles que deviam protegê-las. Devemos estar atentos e a qq desconfiança denunciar.

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  4. marcelo
    7 de fevereiro de 2019 @ 23:05

    e nada sobre o perfil DOS AGRESSORES? parentesco, e de qual lado (materno / paerno)?

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  5. Vanuza Silva Soares
    9 de fevereiro de 2019 @ 11:54

    O Brasil precisa ter uma lei mais rígida para esses tipos de montros

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  6. Dulce F. Barata
    9 de fevereiro de 2019 @ 12:43

    Que vergonha! Que aberração! Garanto que nenhuma criança pertence aos políticos, né! Aí a coisa muda de figura!!!

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  7. Fernanda Araújo
    10 de fevereiro de 2019 @ 08:17

    Porque não fala sobre o perfil dos abusadores ??

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  8. Cristina Benites Lins Figueira
    10 de fevereiro de 2019 @ 10:41

    Por mim o Brasil tinha que ter pena de morte para estuprador.

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  9. Marilena
    10 de fevereiro de 2019 @ 16:41

    Boa tarde! Só soube que minhas filhas foram assediadas sexualmente pelo agora ex-companheiro. Elas nunca falaram , se tornaram rebeldes e ele só atiçava esse mal estar entre a gente. Tenho um filho com meu ele e foi muito dolorido saber agora depois de muitos anos. Elas nunca falaram por amor a mim e a ele. Conforme relato a mais ou menos um mês da minha filha do meio, agora com 29 anos que está fazendo terapia e incentivada por sua psicóloga para que possa ter uma vida normal, visto que isso a afetou profundamente. E eu que sempre achei que as protegi, estou agora aqui estática diante destas revelações.

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  10. Vio
    11 de fevereiro de 2019 @ 16:47

    Quando uma criança se torna “rebelde” de um dia para o outro, os pais deveriam antes de repreender, brigar ou até bater, tentar entender o porque do comportamento. Crianças não ficam “rebeldes”, “ariscas” a toa. Geralmente existe algum grande incomodo, geralmente sofreram algum tipo de violência: abuso sexual, abuso físico ou psicológico. Conversar com os filhos, se mostrar aberto, repetir inúmeras vezes que o que quer que tenha acontecido, vai ficar bem, é a única forma de se proteger os filhos. Crianças tem medo de contar, porque acham que não serão ouvidas ou que irão ser repreendidas por algo que não tem culpa.

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  11. Engracia Castro Ferreira
    14 de fevereiro de 2019 @ 21:29

    Infelizmente essas crianças sofrem dentro do espaço que seria o da proteção, cuidado e carinho. As leis precisam ser modificadas, às vezes a própria mãe é conivente mas por falta de amor próprio, respeito e valorização acaba Omitindo essa violência e essa violação de direitos humanos precisa ser alterada para que de fato essa mulher cúmplice também pague na justiça os danos causados que certamente serão pro resto da vida.

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  12. Yara lucia Mendes
    15 de fevereiro de 2019 @ 11:31

    Vamos tocando na mesma tecla… As leis continuam brandas demais para esses Crápulas ,que continuam agindo livremente

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  13. Rodrigues Schneider
    18 de fevereiro de 2019 @ 18:57

    Os dados sobre violência sexual contra crianças e adolescentes são alarmantes, porém, a realidade é bem maior do que as estatísticas, do que as notificações chegadas as autoridades ou as substantificações da violência.

    A forma de tratar essa violência precisa ser pensada por uma outra perspectiva, lógica e olhar – o da dimensão familiar. A esmagadora maioria dos casos de abusos são praticados no ambiente familiar (por pais, padrastos, irmão ou outros parentes próximos), ou, em outros contextos, onde o agressor faz parte e tem acesso ao círculo familiar, ou dele mantem-se sobre outras formas relações sociais, como é o caso das instituições – igrejas, escolas, etc.

    Discutir essa perspectiva ainda é um “tabu”, pois lida diretamente com questões morais e afetivas, onde os valores familiares são colocados em “cheque”, onde problematizar o modus operandis é colocar a tona toda uma estrutura de silenciamento que opera pelo grau de intimidade e afetividade com as vítimas.

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