19 Comments

  1. Avatar Ester Xavier
    7 de fevereiro de 2019 @ 12:06

    Alarmante. Profunda tristeza nestas constatações!

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    • Avatar Clotilde da Silva Della Nina
      16 de abril de 2019 @ 10:51

      Uma campanha conscientizar para acolhimento dessas crianças, incluindo parentes, amigos e vizinhos, deveria ser mostrada por todos os veículos de comunicação… Essa estória vem de longe. Tenho 72 anos e tive uma amiga na minha infância que era abusada por um tio.

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  2. Avatar Elza Castro
    7 de fevereiro de 2019 @ 18:40

    É necessário monitoramento de ONGs no Brasil sim porque há muita fraude. Há ONGs que captam recursos mostram seu trabalho só para angariar ,depois deixam de dar continuidade ao trabalho com critérios. Infelizmente.

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  3. Avatar Ely Regina Guedex
    7 de fevereiro de 2019 @ 20:05

    Como é triste saber que nossas crianças não são respeitadas e têm sua infância ceifadas pelo medo daqueles que deviam protegê-las. Devemos estar atentos e a qq desconfiança denunciar.

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  4. Avatar marcelo
    7 de fevereiro de 2019 @ 23:05

    e nada sobre o perfil DOS AGRESSORES? parentesco, e de qual lado (materno / paerno)?

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  5. Avatar Vanuza Silva Soares
    9 de fevereiro de 2019 @ 11:54

    O Brasil precisa ter uma lei mais rígida para esses tipos de montros

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  6. Avatar Dulce F. Barata
    9 de fevereiro de 2019 @ 12:43

    Que vergonha! Que aberração! Garanto que nenhuma criança pertence aos políticos, né! Aí a coisa muda de figura!!!

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  7. Avatar Fernanda Araújo
    10 de fevereiro de 2019 @ 08:17

    Porque não fala sobre o perfil dos abusadores ??

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    • Avatar Luciano Silva
      17 de abril de 2019 @ 16:40

      Porque querem que pensem que somente homem abusa, apesar de serem maioria esmagadora.

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  8. Avatar Cristina Benites Lins Figueira
    10 de fevereiro de 2019 @ 10:41

    Por mim o Brasil tinha que ter pena de morte para estuprador.

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  9. Avatar Marilena
    10 de fevereiro de 2019 @ 16:41

    Boa tarde! Só soube que minhas filhas foram assediadas sexualmente pelo agora ex-companheiro. Elas nunca falaram , se tornaram rebeldes e ele só atiçava esse mal estar entre a gente. Tenho um filho com meu ele e foi muito dolorido saber agora depois de muitos anos. Elas nunca falaram por amor a mim e a ele. Conforme relato a mais ou menos um mês da minha filha do meio, agora com 29 anos que está fazendo terapia e incentivada por sua psicóloga para que possa ter uma vida normal, visto que isso a afetou profundamente. E eu que sempre achei que as protegi, estou agora aqui estática diante destas revelações.

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  10. Avatar Vio
    11 de fevereiro de 2019 @ 16:47

    Quando uma criança se torna “rebelde” de um dia para o outro, os pais deveriam antes de repreender, brigar ou até bater, tentar entender o porque do comportamento. Crianças não ficam “rebeldes”, “ariscas” a toa. Geralmente existe algum grande incomodo, geralmente sofreram algum tipo de violência: abuso sexual, abuso físico ou psicológico. Conversar com os filhos, se mostrar aberto, repetir inúmeras vezes que o que quer que tenha acontecido, vai ficar bem, é a única forma de se proteger os filhos. Crianças tem medo de contar, porque acham que não serão ouvidas ou que irão ser repreendidas por algo que não tem culpa.

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  11. Avatar Engracia Castro Ferreira
    14 de fevereiro de 2019 @ 21:29

    Infelizmente essas crianças sofrem dentro do espaço que seria o da proteção, cuidado e carinho. As leis precisam ser modificadas, às vezes a própria mãe é conivente mas por falta de amor próprio, respeito e valorização acaba Omitindo essa violência e essa violação de direitos humanos precisa ser alterada para que de fato essa mulher cúmplice também pague na justiça os danos causados que certamente serão pro resto da vida.

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  12. Avatar Yara lucia Mendes
    15 de fevereiro de 2019 @ 11:31

    Vamos tocando na mesma tecla… As leis continuam brandas demais para esses Crápulas ,que continuam agindo livremente

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  13. Avatar Rodrigues Schneider
    18 de fevereiro de 2019 @ 18:57

    Os dados sobre violência sexual contra crianças e adolescentes são alarmantes, porém, a realidade é bem maior do que as estatísticas, do que as notificações chegadas as autoridades ou as substantificações da violência.

    A forma de tratar essa violência precisa ser pensada por uma outra perspectiva, lógica e olhar – o da dimensão familiar. A esmagadora maioria dos casos de abusos são praticados no ambiente familiar (por pais, padrastos, irmão ou outros parentes próximos), ou, em outros contextos, onde o agressor faz parte e tem acesso ao círculo familiar, ou dele mantem-se sobre outras formas relações sociais, como é o caso das instituições – igrejas, escolas, etc.

    Discutir essa perspectiva ainda é um “tabu”, pois lida diretamente com questões morais e afetivas, onde os valores familiares são colocados em “cheque”, onde problematizar o modus operandis é colocar a tona toda uma estrutura de silenciamento que opera pelo grau de intimidade e afetividade com as vítimas.

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  14. 51% das crianças abusadas sexualmente no Brasil têm de 1 a 5 anos – Ficar de bem
    22 de fevereiro de 2019 @ 15:24

    […] Entre 2011 e 2017, foram notificados 184.524 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil. Os dados são de um Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde em junho do ano passado. Muitas crianças e adolescentes não conseguem falar o que estão sofrendo, os fatores são diversos e é importante que os adultos as ajudem. Existem canais de denúncias, e o disque 100 é um deles, gratuito e sigiloso. Saiba mais. […]

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  15. Avatar Eraldo Ravasco M. Maia
    16 de abril de 2019 @ 10:54

    Diante de tal quadro, a reação de muitos é clamar por mais e mais violência contra os autores dessas agressões. Mas não será a violência a força de transformação do mundo. Estupradores são pessoas enfermas. Não deixam de ser pessoas por estarem enfermos. Devem ser afastados do convívio social, mas olhados como pessoas enfermas, não com ódio, com ira, com sentimentos de vingança. Ou se crê num Deus que é Amor ou não se crê! O Amor verdadeiro é que transformará o desequilíbrio em equilíbrio, a doença em sanidade, a aflição em harmonia, a prisão em liberdade.

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  16. Brasil: 69,2% dos abusos sexuais contra criança ocorrem na própria casa
    16 de abril de 2019 @ 11:46

    […] sexual mostrou que 43.034 (74,2%) eram do sexo feminino e 14.996 (25,8%) eram do sexo masculino. Do total, 51,2% estavam na faixa etária entre 1 e 5 anos. Isso significa que mais da metade das crianças que são abusadas sexualmente no Brasil não tem […]

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  17. Avatar Jussara Aparecida da Silva
    17 de abril de 2019 @ 05:37

    Eu particularmente acho que a maior culpada desses abusos são as proprias mães, muitas percebem,desconfiam mais fazem vistas grossas talves por medo ou amor ao seu companheiro o que não justifica.
    Muitas dessas mulheres que não conseguem manter as pernas fechadas ao primeiro encontro que tem já leva o sujeito para dentro de casa sem se importar com o caráter do indivíduo, outras porque não são chegadas ao trabalho é ter por perto alguém que a sustente junto com os filhos e o que importa.
    Outras não querem se dar ao trabalho de educar seus filhos preferem que as ruas o façam ou quem sabe aquele vizinho que dá doces e gosta de crianças ,o famoso “tio”.
    Sou da moda antiga,meus filhos,minhas regras,quem educa e ensina sou eu.
    Temos obrigação de perceber e permitir quem pode e não pode ter um contato mais carinhoso com nossos filhos,pode ser um parente,um amigo ou vizinho mais temos que ficar sempre alerta.
    Os pais educam,dão limites,ensinam o que e certo ou errado,a escola por sua vez tem a função de ensinar a ler e escrever somente isto ao meu ver.

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