Departamento de Pesquisa da FJLES disponibiliza estudos sobre filantropia

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O Departamento de Pesquisa da Fundação José Luiz Egydio Setúbal produz dados e estudos científicos sobre inovação social e filantropia no Brasil

departamento de pesquisa
Foto: Adobe Stock

Por Ana Clara Godoi

O Departamento de Pesquisa da Fundação José Luiz Egydio Setúbal está com cara nova. O site disponibiliza conteúdos autônomos sobre filantropia e inovação social para a saúde coletiva da infância e adolescência no Brasil.

Ao todo, são quatro áreas de pesquisa: investimento social privado, doadores individuais, ciências sociais da saúde e filantropia, ética e filantropia. Os pesquisadores produzem as estudos quantitativos e qualitativos, realizam curadoria de conhecimento e estudos para tomada de decisões, elaboram modelos e mensuram resultados em ações e projetos de campo.

“Há uma carência gigantesca de dados de qualidade sobre filantropia e inovação social em um sentido amplo no Brasil. É como se a filantropia não tivesse a devida atenção que merece ter. A ideia do Departamento é suprir e estimular pesquisas com rigor científico para nós entendermos quais são os efeitos dela na sociedade”, explica Marcos Paulo, pesquisador-chefe do Departamento.

São produzidos estudos no formato acadêmico, no formato aplicado e colaborações. O Departamento também financia pesquisas em outros centros e universidades, oferecendo bolsas de pesquisa para estudantes que desejam contribuir para o conhecimento nas áreas de filantropia e inovação social.

Além disso, o Departamento busca fazer parcerias com ONGs para auxiliá-las, colocando em prática os resultados alcançados. “Muitas vezes a organização precisa de apoio com análise de dados, para compreender um setor, entender quem são os doadores e como fazer captação, ou entender sobre impacto coletivo. Não é só produzir o conteúdo acadêmico, é praticar e ajudar sempre que possível”.

A Fundação José Luiz Egydio Setúbal atua em três pilares: vacinação, saúde mental infantil e insegurança alimentar. O desenvolvimento de conteúdo científico contribui para a promoção de saúde e bem-estar, o acesso à educação de qualidade, para a criação de políticas públicas e a redução de desigualdades. Portanto, as ações estão alinhadas aos ODS 3, 4, 10 e 17 da Agenda 2030 da ONU.