17 Comments

  1. Avatar Tânia
    30/03/2017 @ 18:20

    Os temas são diversos e apenas atualizados a seu tempo. Mas todos OS dias observamos o quanto de julgamento banaliza,fere, agride produzindo mazelas humanas e produz a insensatez a hostilidade e a frieza que toma conta e nos assola cada vez mais.

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  2. Avatar Joana Alice
    01/04/2017 @ 10:21

    Infelizmente, os que mais criticam, são os que menos fazem qualquer coisa ou movimento para ajudar ou atenuar um sofrimento humano.
    Parabéns a este ilustre fotógrafo, que retratou uma realidade vivida até hoje por todo o mundo. Sempre haverá alguém insatisfeito, mas incapaz de mover um dedo em prol de seu próximo.
    Hipocrisia até quando?

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  3. Avatar José J. Maciel
    04/04/2017 @ 08:25

    Pode – se observar o percurso profissional de Carter e de outros profissionais sul africanos no contexto do apartheid no livro ” O Clube do bang-bang”

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  4. Avatar Sandra Eliana Silva Barroso
    04/04/2017 @ 10:21

    Ser humano é errar e acertar. As pessoas opinam precipitadamente dentro de um ângulo que lhe é possível ver e, infelizmente, nesse momento, a emoção atropela a razão, e se indigna só. Razão e emoção são parceiras num olhar crítico, quando atuam se paradas, incorrem em tragédia de imaginárias proporções.

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  5. Avatar Rafael Alves Ferreira
    07/04/2017 @ 20:23

    A primeira vez que vi essa história foi em 2014, quando eu acabara de iniciar o curso de Jornalismo. Depois de saber da história assisti o Filme Repórteres de Guerra. Ainda não li o livro, mas mesmo assim eu mudei muito com relação a “falar” de algo sem ter conhecimento. Em um mundo no qual vivemos onde a maioria fala o que ver e não para para saber sobre, estamos cada vez mais perdidos. Quantas pessoas já perderam a vida devido um comportamento discriminatório da nossa sociedade que só julga? Um dia iremos viver em um mundo onde não haverá julgamento por partes dos homens. Esse dia está chegando.

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  6. Avatar Mariana
    08/04/2017 @ 12:20

    Kong no murió adulto. Si en esa foto tenía 2 o 3 años, en 2006 tenía como mucho 16 años. Habiendo padecido desnutrición severa, debe haber tenido una vida de enfermedad constante, y por eso lo mató una fiebre. Es una vida muy trágica y, aunque no haya muerto frente al buitre, ya lo habian matado en ese entonces, empujandolo a un destino de miseria.

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  7. Avatar Claudio Luiz Gonçalves do vale
    07/01/2018 @ 16:11

    O jornalista Carter causou uma polêmica nesta foto pois ela denota e firma – se no ângulo fotográfico como se o abutre estivesse esperando a criança morrer para aí então consumar um ato da natureza alimentar – se da criança.A foto choca a opinião pública mas creio que Carter também como todo ser humano sentiu aquele momento triste
    .

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  8. Avatar Franklin Siqueira Santos
    20/08/2018 @ 14:06

    Dois problemas arruínam o mundo: 1-preconceito. Umberto Eco já alertava: “as Redes Sociais deram voz aos estultos ( burros)”. Qualquer um opina sem o mínimo conhecimento do assunto em pauta, caso do jornal da Flórida que comentou a foto de Carter. 2- Omissão: preferimos ignorar o que se passa à nossa volta, especialmente o que nos tira da “ilha de conforto”. Quem liga pra onde vai o lixo ou o esgoto? Quem quer saber da miséria circundante? Pena! Poucos muito têm; muitos nada têm. Partilhe e compartilhe!!!

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  9. Jornalista e responsabilidade foram tema de Andrei Rossetto
    11/09/2018 @ 15:11

    […] reflexão acerca da responsabilidade do jornalista, mostrando a  foto registrada pela lente de Kevin Carter: uma criança esquálida e um urubu esperando o miomento para devorá-la. “O que vocês fariam? […]

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  10. Avatar Marli R Ribriro
    19/05/2019 @ 07:16

    Visto por uma outra óptica, entendo que nada neste Mundo acontece por acaso.
    Tem sempre um motivo e Deus na sua infinita misericordia nos dá a oportunidade de repararmos nossos erros de vidas passadas. Não nos cabe julgar e sim colaborar para que ajudemos o próximo na sua caminhada evolutiva.

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  11. Avatar Juliene
    13/01/2020 @ 08:49

    Poderia ter tirado a foto, o que levou segundos e ou minutos e logo em seguida ter pego a criança no colo e a ajudado!

    A mensagem que ele passou na foto foi clara: o abutre estava esperando a criança morrer para alimentar-se! Ao meu ver, não há outra ótica!
    Foto aterrorizante!!! Um pecado de fato!

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    • Avatar Alfredo Karras
      16/01/2020 @ 09:24

      Não há pecado algum. O trabalho dele era mostrar ao mundo essa terrível realidade e foi o que ele fez – abutres postam-se ao lado de animais morrendo para esperar a “refeição”. Além disso consta na matéria que ele espantou o abutre após as fotos e que a criança já estava sendo atendida. Pecado é a ignorância que pari comentários desse tipo, muitas vezes da parte de quem não faz 1% do que ele fez em sua breve existência, encerrada tão cedo por suas próprias mãos por não suportar os horrores a que se expôs voluntariamente. Triste ver que ainda existem pessoas que não tem a menor noção a respeito de qual era o dever dele.

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  12. Avatar Lyz
    15/01/2020 @ 18:06

    Aqueles que mais criticam são os que fariam pior, jogam o foco de atenção em cima do outro para não ressaltar seus próprios erros. A humanidade está fora de controle. Fracassa cada vez mais no caminho da evolução.

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  13. Avatar Josy
    04/02/2020 @ 15:45

    A criança sobreviveu ,e morreu já adulta por uma frente,leiam as manchetes antes de falerem besteira e mentiras,

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  14. Avatar Maria de Lourdes vargas
    08/04/2020 @ 13:22

    Por isso que jamais devemos julgar alguém.
    As consequências podem levar o outro a atitudes drásticas.
    Que Kevin Carter esteja junto a Deus.

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  15. Avatar Juarez
    21/04/2020 @ 16:39

    Antes de tudo, a fotografia é uma arte. Os críticos não entenderam a proposta artística do fotógrafo de denunciar a fome e desigualdade social contrapondo urubu e menino. Foi uma metáfora, uma expressão artística e não um uma foto sensacionalista.

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  16. CHOCANTE como muita coisa que presenciamos hoje em dia… triste ser humano! | Maryworks
    05/06/2020 @ 20:57

    […] A foto foi tirada no ano de 1993, no Sudão (numa área que hoje pertence ao Sudão do Sul). Na época, o país estava arrasado por uma longa guerra civil. Kevin Carter, um premiado fotojornalista sul-africano, estava se preparando para fotografar uma criança faminta tentando chegar a um centro de alimentação da Organização das Nações Unidas (ONU), próximo à aldeia de Ayod, quando um abutre-de-capuz apareceu nas proximidades.João Silva, um fotojornalista português que mora na África do Sul e que acompanhou Carter no Sudão, relatou que os oficiais da ONU lhe disseram que iriam parar por 30 minutos (o tempo necessário para distribuir alimentos), de modo que os dois aproveitaram para olhar ao redor e tirar fotos.Homens e mulheres da aldeia saíam de suas cabanas e iam até o avião da ONU para receber as doações de alimentos. Neste curto período, as crianças muitas vezes ficavam sozinhas. Esta era a situação do menino registrado na foto de Carter. Um abutre então pousou atrás do garoto. Para ter os dois em foco, Carter se aproximou da cena muito lentamente para não assustar a ave e tirou uma foto a aproximadamente 10 metros de distância. Ele então tirou mais algumas fotos antes de espantar o pássaro.Vendida para o The New York Times, a fotografia foi publicada pela primeira vez em 26 de março de 1993 e foi repassada para muitos outros jornais ao redor do mundo. Em 1994, a imagem ganhou o Prêmio Pulitzer de Fotografia Especial.Carter foi muito criticado por não ajudar o menino. O jornal St. Petersburg Times, da Flórida, disse sobre Carter: “O homem ajustando suas lentes para capturar o enquadramento exato daquele sofrimento poderia muito bem ser um predador, um outro urubu na cena.”Dois fotógrafos espanhóis que estavam na mesma área naquela época, José María Luis Arenzana e Luis Davilla, e que não conheciam a fotografia de Kevin Carter, também tiraram uma foto em situação similar. Mas Carter foi o único a ser massacrado pela opinião pública e a imprensa.Com as criticas, Carter entrou em depressão e, pouco mais de um ano depois da foto, dirigiu até o córrego Braamfontein Spruit, em Joanesburgo, e tirou a própria vida colocando uma das extremidades de uma mangueira no escapamento de sua caminhonete e a outra na janela do lado do passageiro. Ele morreu por intoxicação por monóxido de carbono, aos 33 anos de idade.Trechos da sua carta de suicídio mostram como ele se sentia: “Eu sinto muito. A dor da vida ultrapassa a alegria ao ponto em que a alegria não existe…. deprimido … Estou assombrado pelas vívidas memórias de mortes e cadáveres e raiva e dor … de crianças famintas ou feridas, de loucos com dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos assassinos … Fui juntar-me ao Ken (Ken Oosterbroek, seu colega fotógrafo que havia falecido há pouco tempo), se eu tiver tamanha sorte.”O menino da foto era Kong Nyong, que estava sofrendo de má nutrição severa na época, mas já tinha começado a receber ajuda da ONU. Na foto, é possível ver a pulseira de identificação da entidade no braço da criança. E, ao contrário do que muitos pensavam, ele não morreu na época da foto. Segundo seu pai, Kong morreu adulto em 2006, devido a uma febre.Fonte: Magnus Mundi >>>>>>>>>>> https://observatorio3setor.org.br/noticias/foto-o-premio-e-o-suicidio/ […]

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