Da cozinha à renda: Instituto Capim Santo abre cursos gratuitos de chocolate às vésperas da Páscoa
Cursos
Em parceria com a Fundação Paulistana, formação do Instituto Capim Santo, acontece em CEUs de diversas regiões de São Paulo e certifica alunos para produzir e vender chocolates artesanais no período de maior demanda do ano
São Paulo, março de 2026 – Com a proximidade da Páscoa, o Instituto Capim Santo, em parceria com a Fundação Paulistana oferece oficinas gratuitas de produção de chocolates dentro do programa Cozinha Escola, com apoio da Sicao, marca nacional de chocolates do grupo Barry Callebaut. A iniciativa leva formação profissional para as quatro regiões da capital paulista, sobretudo nas periferias, onde há maior índice de pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.
A escolha pelo tema acompanha o crescimento do consumo de chocolates nesta época do ano. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), a indústria brasileira produziu mais de 45 milhões de ovos de Páscoa em 2025, além de lançar mais de 800 produtos sazonais para a data, reforçando o potencial de mercado para quem deseja empreender nesse período.
As turmas de produção de chocolates começam a partir de 13 de março, período estratégico para quem busca gerar renda extra durante a Páscoa ou iniciar um pequeno negócio na área. Os participantes aprenderão técnicas de preparo, temperagem, moldagem e finalização de produtos artesanais. Ao final da aula, todos recebem um kit de produtos para começarem a produzir em casa.
Além da oficina de chocolate, o programa também oferece cursos de confeitaria profissional, panificação, cozinha brasileira e cozinha vegetariana, todos com foco em empregabilidade, empreendedorismo e geração de renda. A oficina de chocolate tem duração de 8 horas, enquanto os demais cursos variam entre 20 e 60 horas.
As aulas acontecem em datas variadas, em CEUs espalhados por toda a capital, nas zonas Norte, Sul, Leste e Oeste, como: Cresan, Vila Alpina, Carrão, Campo Limpo, São Pedro, São Miguel, Aricanduva, Taipas, Tremembé, Parque Novo Mundo, Parque do Carmo, Pinheirinho, Heliópolis, Perus, Navegantes, Parelheiros, São Pedro, Freguesia do Ó entre outros. As inscrições podem ser feitas pelo link: Instituto Capim Santo – Programa Cozinha Escola
“Ampliar o acesso à educação gastronômica de forma inclusiva é essencial. Além da experiência de cozinhar no ambiente familiar, as pessoas passam a ter contato com técnicas profissionais, em uma formação gratuita e com certificação. Isso abre portas para um mercado de trabalho que segue em expansão”, afirma Luccio Oliveira, presidente do Instituto Capim Santo.
Ao longo de mais de 13 anos de atuação, o Instituto Capim Santo é uma organização não governamental que atua como um hub de gastronomia social e sustentável, promovendo a educação para o combate ao desperdício e o aproveitamento integral dos alimentos. Seu principal programa, Cozinha do Amanhã, oferece formação profissional de excelência e incentiva práticas sustentáveis, além da valorização de ingredientes locais.
Com atuação em São Paulo, Rio de Janeiro, Trancoso, Salvador e Itacaré, o Instituto já entregou mais de 15 mil certificados A organização também mantém iniciativas em Brasília, Porto Alegre e Pernambuco, com expansão prevista para Minas Gerais e Pará. A parceria com a Fundação Paulistana amplia esse alcance ao oferecer cursos gratuitos e de qualidade, fortalecendo a formação profissional e criando oportunidades de inserção no mercado de trabalho e de empreendedorismo no setor de alimentação.”
A realização dos cursos nos CEUs, em parceria com a Fundação Paulistana, amplia o alcance da iniciativa e fortalece a presença de políticas públicas de qualificação profissional nos territórios, aproximando a população de oportunidades concretas de trabalho e geração de renda.
“Nosso objetivo é garantir que a população tenha acesso a oportunidades reais de geração de renda. Ao oferecer uma formação prática, em um período estratégico como a Páscoa, conseguimos conectar qualificação profissional com possibilidades concretas de trabalho e empreendedorismo”, afirma Diogo Telles, diretor-geral da Fundação Paulistana.
