Casos de varíola do macaco crescem 61% em apenas 1 semana no Brasil

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O Brasil, que tem registrado uma média de cem novos diagnósticos por dia, já é o sexto país do mundo em número de casos confirmados de infecção pelo vírus monkeypox (varíola do macaco).

Imagem ilustrativa/ Foto: Adobe Stock

Casos de varíola do macaco estão crescendo cada vez mais no Brasil, em apenas uma semana o aumento de casos foi de 61%. O estado com mais casos da varíola do macaco, São Paulo, anunciou nesta quinta feira (04/08), medidas de combate à varíola dos macacos que já soma 1.298 infectados.

O plano de enfrentamento da doença terá 93 hospitais de retaguarda, uma rede credenciada de laboratórios para testagem, vigilância genômica e serviço de orientação 24 horas para profissionais de saúde. Além disso, foram definidos protocolos de diagnóstico e assistência.

Os secretários também anunciaram a criação de um ‘Centro de Controle e Integração’, que irá assessorar as ações do governo no combate à varíola dos macacos, projetar os cenários epidemiológicos, propor medidas e identificar oportunidades para o desenvolvimento de vacinas e tratamentos.

Além de Gorinchteyn e Uip, fazem parte do Centro, por exemplo, Dimas Covas, Esper Kallas, João Gabbardo e Regiane de Paula. O grupo é formado por 24 profissionais de diversas áreas, entre cientistas, epidemiologistas, virologistas, infectologistas e professores universitários.

O Brasil, que tem registrado uma média de cem novos diagnósticos por dia, já é o sexto país do mundo em número de casos confirmados de infecção pelo vírus monkeypox, atrás dos Estados Unidos (6.616), Espanha (4.577), Alemanha (2.781), Reino Unido (2.759) e França (2.239), segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

Na semana passada, após a primeira morte por monkeypox no país, o Ministério da Saúde ativou o COE (Centro de Operações de Emergência) para acompanhar o surto de varíola do macaco.

O governo anunciou a compra de 50 mil doses de vacinas que serão destinadas a pessoas que tiveram contato com casos confirmados e profissionais de saúde da linha de frente e de laboratórios.

Fontes: g1 e R7