Banda U2 faz show surpresa no metrô de Kiev em solidariedade à Ucrânia

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O vocalista Bono e o guitarrista The Edge, do U2, fizeram um concerto improvisado no metrô de Kiev, capital da Ucrânia. Banda tem oferecido solidariedade à Ucrânia, invadida pela Rússia desde fevereiro

Banda U2, no metrô de Kiev/Imagem: Reprodução redes sociais

O vocalista Bono e o guitarrista The Edge, do U2, fizeram um concerto improvisado no metrô de Kiev, capital da Ucrânia, invadida pela Rússia desde 24 de fevereiro.

O show surpresa ocorreu na estação de metrô Khreschatyk e reuniu uma pequena multidão. Bono cantou uma versão da canção Stand By Me com a banda ucraniana Antytela. Também tocou clássicos: ‘Sunday Bloody Sunday’, ‘Desire’ e ‘With or without you’.

Bono elogiou a luta da Ucrânia pela liberdade e até fez uma oração pela paz. Anteriormente, Bono já havia apoiado e dedicado um poema à Ucrânia.

Em uma publicação no Instagram, a banda disse que “Cantamos ‘Stand by you’ sem ensaio, apenas de improviso! Para apoiar a Ucrânia e todo o nosso povo. Momento muito importante para nós e para todo o país”.

Citando nomes como o do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a banda pediu: “ajude nosso presidente, nossa diplomacia, a extrair soldados ucranianos de Mariupol, Azovstal, onde os russos estão organizando literalmente um inferno, agora mesmo”.

Em outro post no Twitter, a banda afirma que foi convidada pelo presidente da Ucrânia para tocar em Kiev como uma demonstração de solidariedade ao povo ucraniano.

No sábado (07/05), o governo ucraniano informou que todas as mulheres, crianças e idosos que estavam na siderúrgica, cercada por tropas russas, foram evacuados. Entretanto, os soldados ucranianos seguem no local.

A siderúrgica da era soviética, o último bastião das forças ucranianas em Mariupol, tornou-se um símbolo da resistência à operação mais ampla da Rússia de tomar faixas do leste e do sul da Ucrânia durante a guerra que já dura 10 semanas.

Sob intenso bombardeio, soldados e civis estavam presos há semanas em abrigos profundos e túneis subterrâneos que cruzam o local, com pouca comida, água e remédios.

Fontes: CNN Brasil e g1