10 comentários

  1. Avatar José G. Firmino
    05/07/2019 @ 12:41

    Matéria tendenciosa. Mulato não é negro apesar de também sofrer racismo.

    Reply

  2. Avatar Anair Martins
    05/07/2019 @ 23:22

    Chega de preconseitos somos cidadãos livres nosso Deus não faz acepção de pessoas Ele deu seu filho Jesus em sacrifício perfeito pra morrer na cruz do calvário por nós mas Ele ressuscitou esta vivo e entercede por nós, que as pessoas se acordem em quando há tempo cade o amor ao próximo Jesus tenha de nós misericórdia.

    Reply

  3. Avatar Caroline Ferreira
    06/07/2019 @ 14:31

    Tendenciosa é a sua falta de conhecimento.
    Mulato é uma expressão racista derivada da União da mula com o jumento.
    Era intitulado a mãe negra e pai branco ou vice versa.
    O famoso negro com traços finos.
    Mas uma expressão racista,para desumanizara figura do negro.
    Antes de vim dizer asneiras,procure se informar.

    Reply

  4. Avatar Shirley Geber
    12/07/2019 @ 11:38

    Que sorte a nossa que o mundo mudou, como as pessoas eram idiotizadas… Já li sobre ele, era um grande gestor, um homem á frente do seu tempo.

    Reply

    • Avatar André Monteiro
      18/07/2019 @ 13:47

      Taí que eu não sabia disso. Mas qual o termo correto para falar dessa união?

      Reply

  5. A relação entre a figura do palhaço e a sociedade - Observatório 3º Setor
    01/08/2019 @ 11:45

    […] programa também teve o quadro ‘Você Conhece?’, que contou a história de Nilo Peçanha. De origem humilde, ele foi o primeiro presidente negro do Brasil. Vítima de preconceito e […]

    Reply

  6. Avatar Adel Carlos
    22/09/2019 @ 20:26

    Outro termo q busca desumanizar a etnia dos NEGRO é “PARDO”, q designa todos os indivíduos q resulta do cruzamento de pessoas brancas e negras. PARDO, deriva de pardal, pássaro exótico, sem cor definida e q é uma praga, se adapta há cidade.

    Reply

    • Avatar Daniel
      27/09/2019 @ 10:53

      É preconceito sim, definir alguém pela cor de pele indepentemente de qualquer cor gera racismo.

      Reply

  7. Avatar Sandro B. Novaes
    27/09/2019 @ 11:43

    Racismo existe? Claro, mas boa parte do problema está em quem se sente inferiorizado.
    “Mulato”, “pardo”, e daí? Como seriam designados descendentes de negros e brancos? Qual o problema em ser taxado de pardo ou mulato? Perde-se muito tempo com essas besteiras presas ao mental daquele que se sente inferiorizado. Não se pode dizer que filho de branco e negro seja “negro” ou “branco”, isso seria uma falácia sem tamanho. Não me sinto inferiorizado e ignoro qualquer pensamento que tente me taxar desta forma, apenas por ser chamado de “pardo”. Sejamos realistas: preconceito JAMAIS acabará então, não adianta choramingar! Vivam suas vidas e esqueçam comentários racistas. Melhor resposta será, em uma prova de títulos, sem utilizar cota, colocar maioria dos que pensam de maneira preconceituosa em seu devido lugar. Não há nada mais satisfatório que isso, rs. Não há nada mais gostoso que uma resposta lançada em diário oficial, rsss. Resposta silenciosa, serena.

    Reply

  8. Avatar Marcondes
    28/09/2019 @ 11:39

    A mestiçagem exaltada pelo maravilhoso Darcy Ribeiro, e por outros, seus significados, OS PARDOS, foi pouco a pouco sendo transmudado por um conceito generalizante de “negro”. E isso tem pelo menos dois movimentos. Um de caráter politico oportunista e pragmático; o outro, de caráter intelectual igualmente oportunista, que dá suporte ao primeiro, a produção de discursos antropológicos de confirmação, por um lado, e negação, por outro.
    O mestiço era, por excelência, e não era somente a mestiçagem branco-negro, mas a mestiçagem em geral, lembremo-nos a própria mestiçagem portuguesa, tipologia do “atraso”, o fator do atraso, uma “sub-raça”, portanto, grupo social reles, espécie de vira-latas que o médico-antropólogo Nina Rodrigues, entre outros, pretendia “branquear”.
    E continua assim, no âmago do discurso difuso, generalizante, englobante, que escamoteia e esconde a pluralidade, a diversidade, por razões estratégicas da formação de novos campos conflituais, a “criação” de uma espécie de fusão de sujeitos diversos em uma massa identitária amorfa, posto que “pardo”, nesse discurso, evoca o mesmo preconceito do dito, “tudo igual é um caminhão cheio de japoneses”
    A mestiçagem, no Brasil, tem muitas variantes. Não é somente negro—branco, mas, também, “índio”-branco, negro-índio. Somos mulatos, caboclos, cafuzos, mamelucos. Optar por identificar-se mestiço é quase um crime. “Politicamente” em cima do muro. Porque nossos oráculos “científicos”, estão responsáveis para DIZER QUEM SOMOS. Sabe aquele discurso de que “os sábios sevem governar?” Pois bem, somos relativamente incapazes, néscios, neófitos. Há que haver uma tutela, uma curatela a nos proteger. Somos “pardos”. Tudo o que não é bem definido e que não cabe nos discursos reducionistas e simplificadores.
    Quando estive em Vitória-ES deparei-me com uma igrejinha e, por curiosidade, entrei. O patrono, não lembro agora, era um desses santos católicos que acreditamos serem vinculados a irmandades ou templos para negros. Lá estava uma servidora, fardada, de órgão de turismo, ligada a segurança e com conhecimento para prestar informações sobre o monumento, de fenótipo negro bem definido, parecia recém chegada da Mama África, alta, esguia, uma “massai”.
    Com a ignorância dos letrados, nem tanto mestre, com a crença de saber, perguntei quem era a “irmandade negra” que cultuava naquele pequeno templo. Resposta clara. Não é uma igreja de negros. Essa era uma IGREJA DE PARDOS. A de negros ERA OUTRA. O “era” a igreja dos pardos empregado, é por já não haver cultos. Era um registro, um memorial. Naturalmente, quis saber quais as razões da distinção. Resposta categórica: os pardos eram rejeitados por brancos e negros. Não era permitido pelos negros que frequentassem suas igrejas.
    Eram ENJEITADOS, os sem classificação. Esses “desclassificados” são os que Darcy coloca como novo, a novidade. A violência dessa mistura, foi violência politica, política de povoação para apropriação da terra pelo colonizador. Mas disso não decorre uma “raça” chucra, uma sub-raça. Mas era ideia vigente, em crença disseminada, que elencava os defeitos do que resultou da miscigenação de portugueses, negros e índios, que são a CAUSA de nosso SUBDESENVOLVIMENTO, e que sobrevive dissimuladamente, sub-repticiamente, nos discursos e práticas que escamoteia sua existência, agregando-nos em estatísticas que não são da nossa escolha, mas das escolhas dos “sábios”, dos expertises, duma convocação da ciência que legitime a tortura do dado e dos dados para que confessem suas verdades.
    O que é um “pardo”? O pardo, nas diversas configurações e “tonalidades” podem decorrer da miscigenação entre duas de quaisquer dos elementos: português e autóctones (caboclo, mameluco); autóctones e negros (cafuzo); portugueses e negros (mulato, o adjetivo). Qualquer um desses cruzamentos poderá resultar em “pardos”, esse grupo amplo, heterogêneo, diverso.
    De certa forma, só confirmam, por meios transversos, por seu reverso, a síndrome de cachorro vira-latas, apagando com a borracha de discursos sistêmicos a “existência” dessa tipologia inconveniente.

    Reply

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *