Escola da Zona Leste de SP se conecta à COP30
EducaçãoO Marista Escola Social Irmão Lourenço mobiliza estudantes e moradores em projetos de ecologia integral inspirados pela COP30 e pela Campanha da Fraternidade 2025

Em sintonia com os debates globais sobre sustentabilidade que ganham destaque na COP30, a ser realizada em Belém (PA), o Marista Escola Social Irmão Lourenço, localizado na Zona Leste de São Paulo, promoveu ao longo de 2025 diversas ações de educação ambiental. Os projetos envolveram estudantes, famílias e a comunidade local em atividades práticas de cuidado com o meio ambiente e incentivo à cidadania ecológica.
Inspirada pela Campanha da Fraternidade 2025, com o tema “Fraternidade e Ecologia Integral”, a escola transformou o currículo em uma ferramenta de mobilização socioambiental. Entre as atividades realizadas estão mutirões de limpeza, hortas escolares, oficinas de reaproveitamento de materiais, rodas de conversa sobre mudanças climáticas e campanhas sobre o descarte correto de resíduos.
A proposta interdisciplinar incorporou os temas ambientais às disciplinas tradicionais, como ciências, geografia, língua portuguesa e artes. Os estudantes também produziram cartazes, vídeos, podcasts e exposições que compartilharam com outras turmas e com os moradores da região, ampliando o alcance das mensagens de sustentabilidade.
“A escola se torna um espaço de mobilização e transformação. Os estudantes não apenas aprendem sobre ecologia, mas vivem a experiência de cuidar do planeta com responsabilidade e criatividade”, afirma em nota, Rodrigo Piatezzi, pastoralista da unidade.
Conexão e protagonismo estudantil
O projeto ganhou ainda mais força com a adesão da escola ao Observatório Marista do Clima, uma rede nacional que conecta unidades de ensino Maristas em torno de projetos colaborativos voltados à ecologia integral. O evento do Observatório será realizado no mesmo período da COP30, em Belém (PA), reunindo estudantes de todo o Brasil para apresentar soluções práticas e criativas para os desafios ambientais em seus territórios.
A metodologia adotada pela escola incentiva os alunos a observar o território onde vivem, identificar problemas ambientais e propor soluções conjuntas. Essa abordagem ativa e investigativa fortalece os vínculos entre a escola e a comunidade, estimulando o protagonismo juvenil e a consciência coletiva sobre o impacto local das ações sustentáveis.
