Em 2020, os 500 mais ricos do mundo estão mais ricos do que nunca

Compartilhar

As 500 pessoas mais ricas do mundo ganharam juntas 1,2 trilhão de dólares no ano passado, elevando seus patrimônios coletivos a 5,9 trilhões, o equivalente a um crescimento de 25%

Foto: Sharon McCutcheon (Unsplash)

Por: Mariana Lima

Para as 500 pessoas mais ricas do mundo, o ano de 2020 começou muito bem em relação aos crescimento de suas fortunas. No final de 2019, as pessoas mais ricas bateram um recorde histórico, ao acrescentarem 1,2 trilhão de dólares ao seu patrimônio coletivo.

Esse valor equivale a 60% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, e representa um aumento de 25% dos patrimônios, chegando a 5,9 trilhões de dólares, de acordo com o índice da Bloomberg.

Quem melhor fechou o ano foi o francês Bernard Arnault, com um patrimônio de 37,7 bilhões de dólares, o equivalente a 151,5 bilhões de reais, a mais do que o registrado no final de 2018.

Outro que terminou 2019 com um patrimônio maior foi Sergey Brin, cofundador do Google. O patrimônio dele aumentou em 13,4 bilhões, cerca de 53,9 bilhões de reais.

Apesar do saldo de Arnault, a coroa de homem mais rico do mundo ainda é de Jeff Bezos, fundador da Amazon e dono de um patrimônio estimado em 116,28 bilhões de dólares, cerca de 467,4 bilhões de reais.

Mesmo com a extensa fortuna, Bezos teve prejuízos em 2019 em consequência do divórcio com Mackenzie Bezos, que após 25 anos de união, teve direito a 4% das ações da Amazon. O ganho lhe rendeu o posto de 5ª mulher mais rica do mundo, com uma fortuna de 37,5 bilhões de dólares.

Outras personalidades que viram seus patrimônios aumentarem no último ano foram: Steve Ballmer, cofundador da Microsoft e atual proprietário da NBA Los Angeles Clippers, que enriqueceu 19,9 bilhões de dólares; Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, que aumentou seu patrimônio em 27,4 bilhões de dólares; e Bill Gates, cofundador da Microsoft, que aumentou suas riquezas em 23,10 bilhões de dólares, ficando próximo do criador da Amazon, com um patrimônio de 113,5 bilhões, cerca de 457 bilhões de reais.

Fonte: El País


Compartilhar