Saúde da mulher e violência obstétrica

Saúde da mulher e violência obstétrica
Observatório na Trianon

 
 
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Uma em cada quatro mulheres é vítima de violência no momento do parto ou pré-natal. Os dados são de um estudo realizado pela Fundação Perseu Abramo, em 2010.

Além disso, o Brasil é país campeão na taxa de cesarianas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 55,6% dos 2,9 milhões de partos realizados  no país anualmente são cirúrgicos. Somente em hospitais particulares o índice é de 84,6%, segundo dados do Ministério da Saúde.

Para falar sobre a saúde da mulher, interrupção da gravidez permitida na lei e violência obstétrica, recebemos, no nosso programa de rádio do dia 24 de setembro, Raquel Marques, Presidente da Associação Artemis, aceleradora social focada na promoção da igualdade de gêneros e Dr. Cristião Rosas, médico especialista em ginecologia e obstetrícia, integrante da comissão nacional de violência sexual e interrupção da gravidez prevista em lei e coordenador da Rede Médica pelo Direito de Decidir.

O programa também contou com a participação da jornalista Bruna Ribeiro, com sua coluna sobre infância, juventude e diversidade.

A apresentação foi dos jornalistas Joel Scala e Franklin Valverde, que apresentou também sua coluna de cultura.