Fundação Abrinq discute fortalecimento dos coletivos periféricos

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Divulgação: Fundação Abrinq

No próximo dia 19 de outubro, a Fundação Abrinq realizará o Encontro Nacional com Coletivos em Salvador – BA, reunindo coletivos periféricos de diversas regiões do Brasil para discutir os desafios na defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes. O evento marca o encerramento do Ciclo 2 do Projeto Coletivos e o lançamento de uma publicação desenvolvida pelos próprios coletivos conveniados, fortalecendo o impacto de suas ações.

Atualmente, os coletivos são fundamentais para fortalecer a sociedade civil e promover a redução de desigualdades. Com características dos dias atuais, como a agilidade, flexibilidade e fácil adaptação para mudanças constantes, eles também são atores chave na luta pela garantia e defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, uma vez que possuem grande influência e poder de transformação em suas localidades.

Por meio do Projeto Coletivos, a Fundação Abrinq tem o objetivo de ampliar o impacto desses coletivos, promovendo uma troca de conhecimentos e experiências. O ciclo 2 do projeto conta com coletivos da Bahia, como a Companhia de Artes Elementos, o Coletivo Cultural Ibomin, o Centro Cultural Mamulengo, os Gaviões da Lua e o Maloka Espaço Cultural; do Distrito Federal, com o Asé Dúdú, a Biblioteca Comunitária Roedores de Livros e o Poesia nas Quebradas; e do Rio Grande do Sul, com A Pezito, a Biblioteca Comunitária do Arvoredo e o Coletivo Caixa de Pandora.

Além dos debates, o encontro também terá as palestras de e de Carol Adesawa, professora, pesquisadora Afrocêntrica e escritora, idealizadora do projeto Afroinfância, de João Moura, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania e de Rodrigo França, ator, diretor e escritor. Inscreva-se por este link.

Sobre a Fundação Abrinq

A Fundação Abrinq é uma organização sem fins lucrativos e apartidária que, desde 1990, atua para promover a defesa dos direitos e o exercício da cidadania de crianças e adolescentes. A Fundação defende a Educação inclusiva, com garantia de acesso e qualidade em todas as etapas da educação básica; a promoção de vidas saudáveis de crianças e adolescentes; a corresponsabilidade na gestão pública; e o incentivo do investimento social privado em benefício da infância e adolescência. Em mais de três décadas de atuação, a Fundação Abrinq já transformou mais de 9 milhões de vidas em todo o Brasil.