Índices de câncer cervical e HPV apontam desigualdades sociais no Brasil
O câncer de colo do útero, apesar de ser uma doença amplamente prevenível, ainda representa um grave problema de saúde pública no Brasil, especialmente quando observado sob a ótica das desigualdades sociais. Esse é o tema do novo episódio do programa Brasil ODS, que discute como fatores socioeconômicos impactam diretamente o acesso à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento da doença.
Neste episódio, Joel Scala recebe os convidados Dr. Ricardo Caponero, oncologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, e a Dra. Luisa Villa, pesquisadora referência na área de HPV e câncer cervical. Ao longo da conversa, os participantes abordam os principais desafios no enfrentamento da doença, destacando como as desigualdades estruturais influenciam os índices de incidência e mortalidade no país.
O episódio também traz reflexões sobre a importância da vacinação contra o HPV, do acesso a exames preventivos e do papel das políticas públicas na redução das disparidades em saúde. A partir de diferentes perspectivas (clínica, científica e social), o debate evidencia como o enfrentamento do câncer de colo do útero vai além da medicina, exigindo ações integradas e equitativas.
A edição conta ainda com a participação de Nina Orlow, especialista em ODS e colunista do Observatório do Terceiro Setor, que contextualiza o tema dentro da Agenda 2030 e reforça a importância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
O Brasil ODS é um programa do Observatório do Terceiro Setor com apoio da FAPESP.
O episódio vai ao ar no dia 9 de abril de 2026, das 14h às 15h.
Rádio Brasil de Fato – 98,9 FM.
ODS relacionada:
ODS 3 – Saúde e Bem-Estar
