Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo simplifica sistema de inscrições e destaca evolução histórica em sua 26ª edição
Premiação
O Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo chega à sua 26ª edição com um sistema de inscrição reformulado para garantir mais agilidade e simplicidade aos candidatos. A edição deste ano, que tem como tema central “Violência de Gênero: Convivência em Risco, Futuro em Jogo”, unificou etapas e desburocratizou o envio dos trabalhos, tornando o processo mais rápido e intuitivo para profissionais de comunicação, estudantes e Organizações da Sociedade Civil (OSCs) de toda a Região Metropolitana de Campinas (RMC).
A mudança estrutural moderniza o acesso à disputa sem alterar o compromisso histórico da premiação com o jornalismo de impacto social.
A semente de 1998 e a linha de evolução
Essa longa trajetória de transformações começou em 1998. A iniciativa original partiu de Joana Balles, que idealizou a proposta e a submeteu ao então diretor da FEAC, Luís Norberto Pascoal. Com o formato final desenvolvido pelo consultor José Pedro Martins e pelo superintendente-executivo José Luiz Camargo Guazzelli, a premiação nasceu para preencher uma lacuna na mídia: estimular os jornalistas a cobrirem o Terceiro Setor sob uma perspectiva de ações positivas, distanciando-se do foco exclusivo em denúncias.
“O objetivo era motivar ainda mais o olhar para as questões sociais e para o serviço que as entidades prestam com o objetivo de termos uma sociedade mais equilibrada socialmente”, recorda Joana. Embora a primeira edição tenha sido lançada com o recorte de “Inclusão social e sua relação com os vários modelos habitacionais”, a intenção inicial de Joana era abrir as portas para que a comunidade conhecesse o dia a dia geral das organizações.
“Tenho muito orgulho de ter plantado esta sementinha de sucesso”, celebra ela, que no mesmo período esteve envolvida em outros projetos tradicionais da FEAC, como os famosos Cartões de Natal, a Noite da Solidariedade e a Noite Especial.
A recepção calorosa da imprensa regional desde a estreia pavimentou o caminho para as atualizações recentes que moldaram o formato atual do prêmio. Em 2024, a estrutura foi expandida com o lançamento das modalidades Profissional de Comunicação e Social, que passaram a coexistir com as categorias tradicionais de Jornalismo e Universitário. Em 2025, a premiação estendeu o reconhecimento ao passar a condecorar também os segundos e terceiros colocados com medalhas.
Agora, em 2026, esse histórico de expansão ganha escala nacional com a criação do Prêmio Honorário – Comunicação de Impacto FEAC 2026, um troféu diferenciado e sem valor em dinheiro, voltado a reportagens de grande impacto sobre o tema do ano.
Guia prático: o que mudou na inscrição em 2026?
Para acompanhar esse amadurecimento e o novo ecossistema de mídia, a comissão organizadora redesenhou a experiência dos candidatos deste ano. Três mudanças práticas passam a valer imediatamente:
• Inscrição em etapa única: No modelo anterior, o processo era dividido em duas etapas (o cadastro e, posteriormente, o upload do conteúdo produzido). Agora o processo é unificado: o candidato se inscreve e envia o material simultaneamente. Por isso, é fundamental que o trabalho esteja publicado ou veiculado e pronto no momento do acesso;
• Envio exclusivo por links: O sistema não aceita mais uploads diretos de arquivos. Trabalhos de portais, rádio, podcast, TV e vídeo devem ser enviados com o link direto da matéria no veículo de origem. Já os trabalhos impressos ou fotográficos precisam ser hospedados pelo próprio participante em um serviço de nuvem (como Google Drive ou OneDrive), com o link da pasta correspondente inserido no formulário;
• Flexibilização da carta de autoria: O anexo deixou de ser obrigatório nos casos em que a assinatura do autor já aparece de forma explícita na própria matéria, como em portais, YouTube, plataformas e reportagens de TV. A exigência permanece apenas para os formatos em que a autoria não é evidente à primeira vista, como matérias de rádio ou fotografias creditadas apenas ao veículo.
